terça-feira, 25 de março de 2014

4º Domingo da Quaresma - Jo 9, 1-41

Acolher as crianças- cantando dejesando a paz
 
Animação- Musicas , sinal da cruz, Sabão, Jesus e meu amigo, ou a escolha do grupo.
 
Oração- Ave Maria e Pai nosso com gestos.
 
Dinamiaca- escolher uma criança cobrir os olhos da mesma com uma venda, perguntar o seu nome,e falar para a criança  que ela deve tirar uma coisa que esta a deixando feia, deixar ela falar, ( sapato, pulseira.....etc...) que Jesus a ama mas não ama isto.....deixar e ir dando dicas, se ela não conseguir adivinhar falar ou chamar outra criança.  O que a criança tem que tirar o Pecado, ir explicando que o pecado nos afasta de Jesus, que o  deixa triste. dai ir para a historinha......


UM JARDIM MUITO DIFERENTE



Técnica: Apresentação com fantoches de flores (pode ser usados também flores de papel

com o corpinho de balões).

Personagens: Tortinha, Bonitona, Branquinha, Ceguinha, Mestre.


Todo mundo sabe que, quando a primavera chega tudo fica tão lindo, quero dizer... para
aquelas flores do jardim algo novo haveria de acontecer, pois elas ouviram do jardineiro que um
grande mestre viria visitá-las... Era um mestre esperado por todos e batizado no amor e na salvação.
Mas... será que todas as flores acreditavam em salvação? Vamos dar uma espiadinha pra gente ver o
que está acontecendo lá no jardim.

Tortinha:

- Ah!!! Destino cruel, porque tudo acontece comigo. Vejam só todas as flores são tão
lindas... e eu assim, tortinha, aleijadinha... feinha.

Bonitona:

- Pare de reclamar Tortinha... Agradeça pela beleza de suas cores...Vê só a
Ceguinha... ela nada vê, mas se sente feliz em alegrar o ambiente para os outros.

Tortinha:

- Eu quero que os outros se danem. Queria ver se elas fossem tortinhas como eu, se
seriam felizes?! Você fala assim porque é perfeitinha... Lindona e não ceguinha!!

Bonitona:

- Engana-se querida! Eu falo assim porque sou agradecida. E sabe de uma coisa? Eu
vou parando com esse papo chato. Tchau pra você!

Tortinha:

- Pode ir, sua esnobe... fala assim porque não tem defeitos, fica aí toda arrumadinha,
bonitinha, se achando a tal, já vai tarde, sua metida... Pô... caramba... como dói ser curva...
ser torta e aleijada... melhor era eu ter nascido morta... esticada e durinha.

Ceguinha

(cantando): - Sou feliz Senhor porque estás comigo, vamos lado a lado. És meu melhor
amigo... Sou feliz Senhor...

Tortinha:

- Ô sua desafinada, quer calar essa boca? Não está vendo que hoje eu tô depressiva?
Ceguinha:

- como pode uma flor ter depressão? Um ser tão belo e encantador, que embeleza,
perfuma e colore todo o jardim?

Tortinha:

- Você fala assim porque é cega, minha filha... Se enxergasse iria ver que não sou nada
disso. Sou torta, feia (snift) e aleijadinha.

Ceguinha

Quê isso, irmã... por que tanta revolta!

Tortinha:

- Não é revolta não! É porque eu não me aceito do jeito que sou... Vê só! O vento agora
bate em sua haste e você balança com ele, dança uma valsa de amor com ele, mas comigo
isso não acontece... Ele bate e quase me mata, me joga no chão... Ele não me balança, nem
ao menos é educado pra pedir perdão... Eu quase morro toda vez que ele passa... Meu
corpinho torto não balança... (snift) como sou infeliz. Ohhhhhhhh! Eu quero morrer... quero
morrer...

Ceguinha: 

Calma, calma, Tortinha! Eu sei de uma coisa que poderá ajudar a você melhorar.

Tortinha:


- Vê só quem está falando isso: Uma cega que não enxerga nem a ponta de seu nariz,
ainda mais querendo dar conselho pra alguém superior a você! Ah, vê se você se enxerga,
sua ceguinha!

Branquinha: 

Puxa vida, Tortinha... por que agredir assim a ceguinha? Ela está só tentando te

ajudar... melhorar seu dia.

Tortinha:

- Por acaso você acha que ela pode mudar a vida de alguém sendo que nem a dela ela
enxerga?

Ceguinha:

- Não fale o que você não sabe! Tenho comigo uma luz que é maior que qualquer luz do
mundo, tenho a esperança de ser curada pelo mestre jardineiro. Ele virá... outras flores já
me disseram. Ele trará a luz também de fora pra mim. Eu verei todas as maravilhas que
você vê e não agradece. Terei o prazer de ver os pássaros, e o sol, e o vento nas plantas...
sentir e olhar a chuva fina que irá me abraçar, trazendo a terra à alegria da vida.

Tortinha:

- Ela bebeu? Além de cega agora também é uma tonta? Deixe de ser tola... ninguém virá
ajudá-la. Você morrerá cega. Assim como eu morrerei torta. Esse tal de mestre não existe...
é uma enganação.

Ceguinha:

- (autoridade) Eu creio nele sim e sei que ele está próximo. (calminha) Ainda dá tempo
de você ser arrepender e procurar ajuda do mestre jardineiro, Tortinha. Sabe de uma coisa?
Dizem que ele é o Filho do Maior Jardineiro... ele é aquele que consegue tirar todo o mal
do mundo

Tortinha: 

Cruz credo! Só me faltava mais essa. Prefiro morrer torta a acreditar em bobagens.

Ceguinha: 

Se é assim que você pensa... Azar o seu! Eu, quando o mestre chegar, vou pedir a ele

que me cure... esperei por ele a vida toda e seu que ele assim o fará e serei eternamente
grata a ele.

Bonitona:


(chega aflita, gritando): - Ei, Ceguinha... Ceguinha... vê lá quem está vindo!!! É o
mestre! Peça a ele... peça... Ele irá curá-la. Ele é aquele que vem tirar todo o mal do
mundo. Você também, Tortinha. Acredite que ele irá fazer você ficar boa... aproveite, peça
a ele também.

Tortinha

(cantando): Tô nem aí... tô nem aí... vai “cuidá” dos seus problemas e deixa os meu
aqui... tô nem aí... tô nem aí...

Ceguinha:

- Mestre, ó Mestre... sou eu a Ceguinha. Senhor tenha dó de mim, me cure de minha
cegueira, há tanto tempo tenho esperado por isso... Há tanto tempo tenho esperado pelo
Senhor e por sua luz.

Mestre:

- Tudo bem, minha filha... conheço o seu coração e sei o quanto é boa e o quanto me
ama... Abra seus olhos... a sua fé te salvou...

Ceguinha:

- Viva!!! Eu estou enxergando... estou vendo tudo... estou vendo. Muito obrigada,
Mestre... Muito obrigada, Mestre...

Tortinha:

- Ouuuu... que bagunça é essa aí hein? Quê isso? Que palhaçada é essa? Vai curando
uns e deixando os outros aqui sem curar? Assim não, assim não dá, assim não tem jeito...
faça o favor de me curar também. Afinal deve ter sido por sua causa, que eu nasci assim.

Mestre:

- Querida florzinha, primeiro é preciso curar seu coração, depois é que o milagre
acontece. Felizes são todos aqueles que acreditam no Senhor, porque esses, verão a glória
eterna

Desta forma, crianças, aconteceu uma grande festa no jardim, com muita alegria pela cura da

Ceguinha...

Agora, quanto à outra... a Tortinha... Essa ainda anda revoltada, mas querendo entender
como é que se cura o coração para que se opere o verdadeiro milagre.

FELIZES SÃO TODOS AQUELES QUE ACREDITAM

NO SENHOR, PORQUE ESSES, VERÃO A GLÓRIA ETERNA.
Autoras do texto- Gisella P Batista e Solange Nascimento

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