sexta-feira, 20 de outubro de 2017

29º Domingo do Tempo Comum

Apucarana, 22 de outubro de 2017.

Catedral Nossa Senhora de Lourdes


“Tema: Dai, pois a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”


1.AMBIENTAÇÃO – Olá crianças! Que maravilha receber vocês aqui na Salinha Catedral! Vamos iniciar com o sinal da cruz cantado, pedindo à Deus as bênçãos do Pai- Filho e Espírito Santo. ( Cantar outros cantos de animação).

2. APRESENTAÇÃO DO EVANGELHO

Motivação – No evangelho de hoje, Jesus ensina a cumprir com as obrigações humanas e espirituais. A leitura de Mt 22,15-21 ordena : “Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”


Mas o que isso quer dizer? Vamos dar uns exemplos:
Mostrar um Desenho de R$100,00  
Uma cédula de R$ 100,00 . Quem aqui conhece o valor desse dinheiro? O que dá para comprar com ele ? ( listar com eles: brinquedos, comidas, viagens, roupas, casas, carros, etc. Se quiser lavar os itens para mostrar também é interessante)
Será que tudo que precisamos na vida, podemos comprar? (Listar com eles: saúde, paz, alegria, coragem,  amizade, família, fé, amor, carinho, acolhimento).
Mostrar desenhos de dinheiro escrito:
-( moeda de amor) ( moeda de carinho ) ( moeda de alegria) (moeda de Amizade (moeda de fé) (moeda de coragem).
CONCLUSÃO: Hoje, Jesus vem nos ensinar no evangelho essa verdade, que devemos dar ao mundo o que dele pertence, mas que devemos guardar o melhor de nós para darmos ao nosso Deus.
3.EVANGELHO - (Mt 22,15-21)
Naquele tempo, 15os fariseus fizeram um plano para apanhar Jesus em alguma palavra. 16Então mandaram os seus discípulos, junto com alguns do partido de Herodes, para dizerem a Jesus: “Mestre, sabemos que és verdadeiro e que, de fato, ensinas o caminho de Deus. Não te deixas influenciar pela opinião dos outros, pois não julgas um homem pelas aparências. 17Dize-nos, pois, o que pensas: É lícito ou não pagar imposto a César?” 18Jesus percebeu a maldade deles e disse: “Hipócritas! Por que me preparais uma armadilha? 19Mostrai-me a moeda do imposto!” Levaram-lhe então a moeda. 20E Jesus disse: “De quem é a figura e a inscrição desta moeda?” 21Eles responderam: “De César”. Jesus então lhes disse: “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. Palavra da Salvação
4. HISTÓRINHA SOBRE O EVANGELHO- O rei dono do mundo


1. Era uma vez, um Rei muito rico. Ele era tão rico, que suas riquezas eram impossíveis de contar.
Mesmo assim, ele não estava satisfeito, e queria sempre mais e mais.
Por isso ele não se importava com nenhuma outra coisa.

2. Um dia, ele subiu na mais alta torre do seu castelo, olhou para suas terras sem fim, e disse:
“Tenho muito pouco, preciso conseguir mais. Na verdade acho que preciso de todas as terras e riquezas do Mundo...”


3. Então, ele convocou seus exércitos que eram muitos, e lhes ordenou que conquistassem todas as nações do Mundo, e lhe trouxesse todas as Riquezas existentes.
Assim, seus exércitos partiram para cumprir sua missão.

4. Depois de feito isso, ele disse:
“Agora sim, tenho tudo no Mundo. Na verdade eu tenho o próprio Mundo e também todas as suas riquezas. Nada mais me falta, não preciso de mais nada...”
E ele se cobriu com seus tesouros. Estava tão contente que dormiu ali mesmo.



5. Então um dia, ele viu que não estava mais contente, e pensou:
“Eu já tenho todas as riquezas e terras do Mundo, todas as pessoas são meus servos, e ainda assim sinto que me falta mais alguma coisa...”
Assim ele mandou chamar seus sábios para que descobrissem o que ainda lhe faltava.


6. E eles disseram:
“A coisa mais importante do Mundo, deve ser a mais difícil de se conseguir. Não pode ser conseguida com Dinheiro ou Poder. Na verdade o Senhor já possui essa coisa, e Ela lhe foi dada de graça. Mesmo assim ela não pode ser vista ou tocada, e só pode ser vista quando a pessoa a perde...”

7. Depois de ouvir isso, o Rei ficou pensativo, e sem entender o que os Sábios queriam dizer com aquilo, afirmou:
“É claro que esta Coisa não existe! Qualquer coisa que eu conheço, ou pode ser comprada com meu Dinheiro, ou Conquistada por meus Exércitos...”


8. Apesar de ganancioso, o Rei era um bom governante para o seu Povo.
Assim, cismado com as palavras dos Sábios, resolveu por um tempo, desistir de querer saber o que faltava conquistar.
Então um dia, o Rei amanheceu com Febre. Estava Doente.

9. Assim, ele mandou chamar os melhores Médicos e Magos do Mundo, para cuidar de sua doença.
Mas o tempo passava, e Ele não melhorava.
Então mandou chamar os Sábios para ouvir seus conselhos

10. E os Sábios disseram:
“Isto Majestade, era a coisa da qual lhe falamos naquele dia. Nós a temos desde o nascimento, e não pode ser vista até o momento que deixa de existir. Essa coisa é nossa SAÚDE. Poucos lhe dão importância, mas, é a coisa mais importante do Mundo, e é IMPOSSÍVEL de se comprar...”

11. Então o Rei compreendeu tudo, e disse:
“Eu com todo o Poder e Riquezas do Mundo, não fui capaz de conseguir algo tão simples, que era minha Saúde. Eu fui um TOLO! De que adiantou tanto poder e riquezas, se não fui capaz de conquistar algo que me foi dado de Graça?”

12. E o Rei finalmente ficou curado. Então ele disse:
“Agora sei o que é ficar Doente. De hoje em diante, meu povo terá os melhores Hospitais, e médicos, e Escolas. Minhas terras e riquezas serão de todos.”
E ele foi contar a boa nova ao seu Povo.
13. Então ele subiu na torre mais alta do seu Castelo, e olhando de cima pensou:
“Como é bonita a paisagem daqui de cima. Eu já subi muitas vezes aqui, e nunca tinha visto que era assim. E pensar que esta beleza sempre existiu. O olhar de felicidade vê coisas maravilhosas. Ter saúde é de fato uma benção de Deus”

5. ATIVIDADES
- Salinha de recreação
- Pintura alusiva
- Atividades recreativas musicais
Pesquisa: Luzia de Fátima Gonçalves da Silva – Escola Nossa Senhora da Alegria – Apucarana- Paraná.






sábado, 7 de outubro de 2017

27º DOMINGO DO TEMPO COMUM

27º DOMINGO DO TEMPO COMUM
MÊS DAS MISSÕES
08 de outubro de 2017


“Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos"


EVANGELHO (Mt 21,33-43)






BRINCADEIRA

O galho quente (Adaptação da brincadeira “batata quente”)

leve um galho seco faça uma roda, como na brincadeira da batata quente
Explique que o galho nos representa, todas as vezes que por qualquer motivo, "secamos", não fazemos o bem! Não damos frutos!

Leve também uma caixa com os nossos momentos secos: desobedecer a mãe, mentir, não dividir, ter preguiça de ir a missa, brigar, falar palavrão... etc

Esta caixa deve ficar no meio da roda e toda vez que a música parar, quem tiver com o galho seco na mão, vai até a caixa e tira um papel com um momento seco. Quem tirou imediatamente deve falar uma coisa boa, um fruto, uma atitude legal que temos que ter para acabar com aquela seca, por exemplo:
Mentir X falar a verdade

Quem errar vem para o centro do círculo.

sábado, 30 de setembro de 2017

26º Domingo do Tempo Comum - Mt 21,28-32



EVANGELHO
Naquele tempo, Jesus disse aos sacerdotes
e anciãos do povo:
28
Que vos parece?
Um homem tinha dois filhos.Dirigindo-se ao primeiro, ele disse:
`Filho, vai trabalhar hoje na vinha!'29O filho respondeu: `Não quero'.
Mas depois mudou de opinião e foi.30O pai dirigiu-se ao outro filho e disse a mesma coisa.Este respondeu: `Sim, senhor, eu vou'.Mas não foi.
31
Qual dos dois fez a vontade do pai?'Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: 'O primeiro.'Então Jesus lhes disse: 'Em verdade vos digo,
que os publicanos e as prostitutas vos precedem no Reino de Deus.32Porque João veio até vós, num caminho de justiça,e vós não acreditastes nele. Ao contrário,
os publicanos e as prostitutas creram nele. Vós, porém, mesmo vendo isso,
não vos arrependestes para crer nele.
Palavra da Salvação. 

A sabedoria da Fada Mestra
Esta história aconteceu lá no reino das fadas. A Mestra das fadas estava se sentindo muito velha e queria muito saber em que fada confiar para substitui-la, quando chegasse à hora.Então simulou que estava muito doente e que precisava muito de um chá de ervas silvestres que só existia lá do outro lado na floresta sombria.As fadinhas ficaram apreensivas com a doença da Mestra, pois a tinham como uma mãe. Era ela que tinha ensinado tudo que elas sabiam sobre magia.A Mestra tinha predileção por duas fadinhas muito graciosas e achava que uma delas seria a sua sucessora era: a fada Azul e a Fada Vermelhinha. Elas sabiam tudo sobre as técnicas mais rigorosas da magia, pois a Mestra não escondia nada delas. Então pensou em chamar a Fada Azul, por ser mais educada, mais simpática, para buscar as ervas lá na floresta. De certo, pensava ela , jamais se negaria , seria a escolhida, a melhor.A pequena aprendiz de fada foi depressa chamar a fadinha.Quando ela chegou, a Mestra falou: _ Fada Azul, como você sabe estou muito doente e como preciso das ervas para me curar. Só que não posso fazer magia para buscá-las e também não posso permitir que sejam feitas, pois senão elas perdem seu valor medicinal. Por isso, estou pedindo para que você busque as ervas para mim. E a fadinha, toda carinhosa, respondeu a Mestra: _ Pode deixar comigo, Mestrinha.  Chamou a Fadinha certa. Vou num pé e volto noutro. A senhora só quer as ervas? Não quer que eu mesma prepare o chá? Ou traga algumas torradas para acompanhar? _ Não, querida! Muito obrigada, pela sua gentileza. Mas só quero as ervas! _ Estou indo o mais rápido possível. Pode confiar! Não vai nem dar tempo de fechar seus olhos. E falando assim saiu disparada pela porta. A Mestra ficou satisfeita com a fadinha que ao sair de lá, de perto da Mestra, esqueceu a promessa que tinha feita a ela e não foi buscar as ervas. Logo que a Mestra ficou sabendo que a Fadinha Azul que disse que iria, mas não foi… Ficou decepcionada.. Desapontada mesmo. Esperava tanto daquela fada.  Chegou a pensar que ela será a sua substituta, mas agora não… Representava mais nada para ela. Mandou chamar então a Fada Vermelha, que era um poço de preguiça. Levou tempo para ela chegar e, quando chegou o mau humor estava em alta. _ Como vai, Fada Vermelha! Senti sua falta, não veio me visitar. E ela respondeu: _ Ninguém me disse que era pra eu vir! _ Tudo bem, eu te entendo. Só que eu preciso de um favorzinho seu! _ Ah… Agora eu sei por que não tinha vindo aqui antes. Sabia que não tinha me chamado aqui à toa. _ Deixe de ser mal-criada, fadinha! _ Mas foi a senhora mesma quem me criou! _ Deixa pra ela. Eu queria que você fosse buscar as ervas lá na floresta para mim, para curar meu mal! _ O quê?  Enlouqueceu!!!Lá naquela floresta escura? Mas de jeito nenhum, de maneira alguma, não tem magia que me faça ir lá. Pode esquecer, pediu para pessoa errada. Eu não vou de jeito nenhum !!! Esquece. Falando assim ela saiu sem se despedir. A Mestra quase morreu mesmo, mas não foi por falta das ervas, foi de tristeza, por ver que não poderia entregar o Reino das Fadas àquelas que ela achava que estavam mais preparadas. Passou um tempinho e a Fada Vermelha entrou com as ervas na mão e entregou-as à Mestra. Mestra__ Mas… Mas… Você disse que não iria buscá-las? Fez-me sofrer tanto pela sua atitude e agora aparece com as ervas aqui? Por que fez isso? Fada Vermelha_ Eh……. É…. Que você já sabe.. Eu sou assim.. Falei que não ia, mas me arrependi e fui. Estão ai as ervas. Espero que elas te ajudem a melhorar Falando assim deixou a Mestra com sua pequena aprendiz e saiu. Então, com as ervas na mão, ela virou-se para a aprendiz de fada e perguntou? _ Qual das duas fadas agiu melhor nesta história? A pequena ficou toda corada de vergonha, mas disse: _ Sabe Mestra.. A meu ver todas duas agiram erradas. Foram ingratas… Uma porque disse sim e não foi e, a outra, porque fez à senhora sofrer com seu Não e depois arrependida foi buscar as ervas. Quero dizer que se a senhora tivesse mesmo doente e precisando das ervas, quase teria morrido por negligência delas. Mas pensando por outro lado a falda vermelha agiu melhor do que a azul. Graças a ela a erva chegou e se o senhor tivesse mesmo doente teria sido a vermelha que a salvaria. _ Muito bem! Parabéns pequena aprendiz. Só uma delas merece ser a minha substituta.. _ É mesmo, Mestra? Mas quem será? _ Pela atitude de ter trazido até mim o que necessitei foi à fada Vermelha, vou treinar para ser a grande Mestra um dia. Chame-a para mim, querida aprendiz. E assim aconteceu. Quando a Mestra se aposentou, chamou a Fada vermelha deu-lhe bons conselhos e a proclamou a rainha das Fadas, pela atitude de mudança… de conversão operado pelo seu coração E a outra fadinha? Não ficou com raiva? Claro, né.. Quem é que gosta de perder, ela até souber dizer a coisa certa, mas no momento de fazer ela não soube cumprir com suas palavras. Por isso, devemos ser sempre fieis a quem amamos e dispostos a servir fazendo muitas vezes do nosso não uma ação do nosso sim.
Compromisso da semana: Neste mês missionário, rezar de modo especial por todas as pessoas que anunciam o evangelho, sobretudo as que passam por dificuldades em lugares distantes e violentos.


FONTE- CATEQUESE  CATOLICA

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

25º Domingo do Tempo Comum

Apucarana, 24 de setembro de 2017.
TEMA: “Amigo, eu não fui injusto contigo... Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?”

“Somos convidados a servir o reino de Deus com generosidade, amor e gratuidade, seguindo os caminhos do Senhor, que são de justiça e bondade. “

1.AMBIENTAÇÃO: Olá crianças!!! Vamos iniciar nosso encontro com muita alegria, cantando o sinal da cruz. ( cantar outros cantos de animação também).
2.PREPARAÇÃO PARA O EVANGELHO:

Vamos analisar umas figuras!
Figura 1 - O que os meninos estão fazendo? Por que que estão assim?

Figura 2 -  As meninas estão conversando calmamente ou não? O que vocês acham que aconteceu?

1 Figura 3 - O que essas imagens representam?


      Conclusão:
       Vejam só, nós julgamos pelo que os desenhos mostravam, mas lá no fundo não sabemos exatamente o que aconteceu!  Apenas damos um palpite.  O evangelho de hoje nos fala sobre a generosidade e bondade de Deus, que é diferente da nossa. Deus nos ensina a não julgar pelas aparências.   Vamos meditar o que Ele nos ensina em Mateus 20, 1 - 16).

3.EVANGELHO ILUSTRADO PARA CRIANÇAS : (Mt 20,1-16a)





Conclusão: Deus quer que não julguemos as pessoas, quer que não sejamos invejosos, mas que sejamos amorosos e misericordiosos.  A generosidade e as recompensas de Deus são diferentes das nossas. Saber que a inveja não agrada a Deus.

Na historia vimos que os homens que trabalharam mais e receberam o mesmo pagamento ficaram murmurando contra o dono da vinha.

Mas o que é murmurar ou resmungar? (deixe as crianças responder) É falar entre dentes, baixo, se queixar, com mau humor, é falar mal.

Porque eles murmuravam? (deixe as crianças responder) Porque se sentiam injustiçados, eles estavam com inveja dos homens que trabalharam menos e ganharam o mesmo tanto.

O que é inveja? (deixe as crianças responder) Inveja é querer o que o outro tem, é cobiçar as coisas do outro. É se sentir triste quando o outro vai bem ou possui algo que a gente queria ter.

Já aconteceu isso com você?

Por exemplo NA ESCOLA- A inveja que temos por não tirarmos uma nota boa, ou não termos um tênis de marca, ou material escolar como algum colega, esse sentimento invejoso não agrada ao Senhor. Ele conhece o nosso coração.

Ou às vezes em casa, queremos o que os nossos irmãos têm,ou fazem e achamos que somos injustiçados. Você tem inveja de alguém? Por quê?

Muitos gostam de ser primeiro em tudo, e querem que os outros se dêem mal, não querem perder ou ser segundos. Jesus nos ensina com esta parábola que no reino dos céus não é primeiro quem tem essa atitude, mas é primeiro aquele que ama o próximo e se nega a ser invejoso, é primeiro aquele que trata aos outros da maneira que gostaria de ser tratado.


4.Atividades:
a) Para colorir atividade alusiva
b) Brincadeiras recreativas

Pesquisa: Luzia de F. G. da Silva – Escola Nossa Senhora da Alegria – Apucarana- Paraná

Fonte: http://www.missacomcriancas.com.br/site/25o-domingo-do-tempo-comum-ano/







sexta-feira, 15 de setembro de 2017

24º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“Não devias tu também ter compaixão de teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?”


Oração

Senhor meu Deus, Pai de amor e bondade, que em Sua infinita misericórdia acolhe todos os que se aproximam de Vós com o coração arrependido, acolhei meu pedido de perdão por tantas faltas cometidas contra Ti e meus irmãos.
Senhor Jesus, conduzi-me nos caminhos do perdão e fortalecei minha alma para que eu tenha a humildade de pedir perdão e a misericórdia de saber perdoar. 
Amém!

Os músicos de … (nome de sua cidade)

Técnica – encenação dos artistas e com os instrumentos: violão- flauta- piano-guitarra- Maestro- Dono da escola – presidente- Narrador
(É preciso desafinar nos ensaios e de uma fita de Vivaldi – quatro estações para o final do concerto)
Quem não conhece a Escola de Música ENEL? Não é EMEL não, é Enel !!!
Ah, ninguém “né” ! Mas essa nossa historinha se passou justamente nela, na Escola de Música ENEL. Lá existiam uns músicos muito estranhos. Um tocava violão, o outro tocava piano, o outro tocava flauta e o outro tocava guitarra. Bom!! Tocavam não… Tentavam.
Tinha um maestro muito rigoroso e muito atrapalhado chamado Cholodosvick que era quem comandava a tal orquestra.
Todo dia, o diretor da escola, senhor Gibraltar, dizia para o maestro que se ele não se consertasse e não desse um jeito na orquestra ele estava FORAAAAAAAA!!!
“Dessa maneira carinhosa de se expressar” o maestro se esforçava o máximo para agradar e começava o ensaio.
Virgem Maria!!!!!!!! Que horror, cada um tocava de um jeito, era um desencontro só. Tapem os ouvidos, antes que furem-nos os tímpanos.Como são desafinados!!!
Nossa!!! Lá vem o seu Gibraltar e lá vem ameaça junto, ele não é de perdoar fácil , não . Coitados dos músicos, eles eram massacrados pelo dono da escola.
Seu Gibraltar dizia a eles que não iria  mais tolerar esse tipo de coisa e que se a orquestra não melhorasse, eles seriam expulsos da escola, sem dó e  nem piedade.
É, a coisa não estava nada fácil e o maestro dava o que tinha pra cima dos músicos.  Mas era um desastre a cada dia, escutem só: (sons desafinados)
Só que o maestro, todas às vezes que via o dono da escola, arrumava um meio de disfarçar até ele afinar a tal orquestra que parecia sem conserto.
Outro dia, nem te conto. O senhor Gibraltar anunciou ao grande maestro que a presidente, a senhora Nirma do chefe ,  estaria de passagem pela cidade e o prefeito pediu que uma homenagem fosse feita a ela pela escola de música . Bom!! O maestro até sorriu amarelo, com medo, mas disse que ele poderia ir sossegado que a orquestra estaria no ponto.
Ensaia daqui e ensaia dali… e nada de bom pra sair .
Chegou finalmente o grande dia. A orquestra esperando pela autoridade, o presidente já apontava e o senhor Gibraltar dá a ordem pra o maestro começar.
Meu Deus!!!!!! Que desastre! Foi um horror!!Cada um tocava pior do que o outro e foi um disparate só. Foi um vexame tão grande que o dono da escola de música, envergonhado e nervoso demais, pôs os músicos pra fora a chute , sem dar a eles a chance de consertar o mal que fizeram .
Nossa!!!!!! Os músicos ficaram arrasados. E o maestro então? Ficou desconsolado.
Vendo a tristeza e o desconsolo do maestro, os músicos quiseram consolá-lo dizendo que ensaiariam dia e noite se preciso for, mas que seriam músicos de verdade, de orgulhar toda a cidade.
O maestro, a princípio, não ligou , mas a insistência dos músicos era tão grande que ele então se animou . Disse que voltaria à escola e, ao dono, pediria uma nova chance  , para que ele pudesse perdoá-los . Afinal de contas ,  todo mundo tem que ter a chance de consertar os seus erros , era preciso perdoa-los .
E animado foi ter como o senhor Gibraltar que com uma cara de mal, nem quis recebê-lo.
Contudo o maestro insistiu, disse que se desse a ele uma nova chance não iria se arrepender, que era preciso dar uma nova chance .. dar seu perdão aos erros cometidos ,  porque tinham aprendido a valorizar o presente de antes, que era na escola tocar, prometeu também que se não mudassem, se não se convertessem em bons músicos, então sim .. eles mesmos sairiam da escola .
O dono pensou, pensou e concordou. Deu aos músicos uma nova chance, perdoou seus erros e os chamá-os de volta .
Vários dias se passaram  e finalmente; chegou o dia da grande apresentação .
Os músicos estava nervosos, o maestro também , o dono da escola desconfiado  e toda a cidade pensando nas risadas que iriam dar quando a orquestra começasse a tocar .
Mas, gente! Com a mão na batuta e música no ar…a orquestra começou a tocar, e a  tocar, e a tocar  . E como estava linda, todos então se encantaram , finalmente eles conseguiram . Foi só dar uma nova chance , perdão aos erros passados , que eles conseguiram realizar sua missão, levar música a todos, alegrando seus corações.
Viram só crianças , Deus também é generoso e nos dá uma chance de sermos melhores . Vamos aproveitar bem o que Deus nos oferece, pois podemos transformar a nossa vida numa grande sinfonia de amor e alegria.
Compromisso da semana: O perdão, fruto do amor, ajuda-nos a viver em comunhão com Deus, com nós mesmos e com os irmãos e irmãs.

IDÉIAS PARA TRABALHAR O EVANGELHO
Texto Bíblico: Mt 18,21-35
Objetivo: Reconhecer a importância e a necessidade de perdoarmos a quem nos ofende.
Material: Pedrinhas médias, ou bolas de pingue-pongue da mesma quantidade que o número de participantes.
Tempo: 10 minutos
Procedimento:
Entregue uma pedrinha a cada catequizando. Explique que a pedrinha foi atirada neles por alguém e decidiram guardar a pedra para devolvê-la quando tiverem oportunidade. Deverão ficar com ela nas mãos, não soltar para nada, enquanto não devolver.
A seguir peça aos catequizandos que realizem atividades diversas, e enfatize que não podem abrir a mão que esta com a pedrinha ou bolinha de maneira nenhuma, quem abrir a mão sai fora da brincadeira:
– bater palmas;
– fazer um círculo;
– brincar de batata-quente; – fazer de conta que estão enviando uma mensagem pelo celular ou fazendo as tarefas da escola, etc.
A seguir questione se eles sentiram-se incomodados ao realizar as atividades com a pedrinha na mão. Não teria sido melhor realizar as atividades com as mãos livres? E se a pessoa que atirou nunca mais aparecer?
Agora peçam a eles imaginarem que a pedra é uma ofensa ou mágoa que não foi perdoada por eles.
Questione:
– Uma mágoa, uma ofensa atrapalha a vida de quem a carrega?
– O que acontece quando não perdoamos?
– Quando não liberamos perdão a uma pessoa (quando não largamos a pedra) quem mais sofre? Quem fica mais incomodado?
– Como e quando perdoar?
– A quem perdoar?
Repita as atividades acima só que agora sem a pedra nas mãos para que percebam a diferença. Explicar que quando liberamos o perdão a alguém nos sentimos livres e mais leves.
Termine a dinâmica com a leitura do texto bíblico.