sexta-feira, 2 de agosto de 2013

XVIII DO TEMPO COMUM LC 12 13-21


Amor na latinha de leite

É crianças, hoje Jesus nos fala no seu evangelho, que os maiores tesouros que devemos juntar não

são os materiais, mas os espirituais, pois são estes que Deus recolherá.

Esta estorinha vai ajudá-lo a entender bem o que Jesus quer nos falar...

“ Um fato real, dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela – um deles de cinco anos e

outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam
famintos: “Vai trabalhar e não amole”, ouvia-se detrás da porta: “aqui não há nada moleque...” dizia

outro... As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças... Por fim, uma senhora muito

atenta disse-lhes: “Vou ver se tenho alguma coisa pra vocês... Coitadinhos!”. E voltou com uma

latinha de leite.

Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos: “Você é mais

velho, tome primeiro... E olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a

ponta da língua”.

Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o


  

pequenino...!

Leva a lata à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não

penetre uma só gota de leite. Depois estendendo a lata, diz ao irmão:

“Agora é sua vez. Só um pouco”.
E o irmãozinho, dando um grande gole exclama: “Como está gostoso!”

“Agora eu”, diz o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebe nada.

“Agora você, agora eu, agora você, agora eu...”

E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho,

com a camisa de fora, esgota o leite todo... Ele sozinho.

Esse “agora você”, “agora eu”, encheram-me os olhos de lágrimas...

E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar , sambar, a

jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração transbordante de

alegria.

Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade

de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.

As crianças nos ensinam grandes lições.

Vejam só esse menino, nada quis juntar, nem trapacear... Ele deu tudo o que tinha, todo leite que


possuía para o irmão. Não teve apego nenhum, mesmo diante da fome.

Esse sim é o verdadeiro tesouro que estaremos guardando no grande celeiro de Deus e é o que nos

levará para o céu, o despego, a caridade, a partilha aqui na terra.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

17º Domingo do Tempo Comum

              
 
 
 
 
     28 de julho de 2013
          Ano C - Verde
 
     “Senhor, ensina-nos a rezar."





 
JESUS ENSINA A REZAR
XVII Domingo – Tempo Comum
(Lucas 11, 1-13)


JOCA – (entra) Oi gente!
CLARINHA – Oi pessoal!
JOCA– Oi gente!
CLARINHA– Oi!
JOCA– Oi gente!
CLARINHA– Joca.
JOCA– Oi gente!
CLARINHA– Joca.
JOCA– Oi gen...
CLARINHA– (interrompe) Joca!
JOCA– O que foi, Clarinha?
CLARINHA– Chega de “oi, gente”, vai?
JOCA– Tá certo. Eu não vou mais fazer (faz de novo) oi gente!
CLARINHA– Você fez de novo.
JOCA– O que?
CLARINHA– (imita Joca) “Oi gente”.
JOCA– Não. Agora foi você que fez, Clarinha.
CLARINHA– Joca: vamos mudar de assunto?
JOCA– Vamos, Clarinha.
CLARINHA– Olha: vamos fazer de conta que nós estamos no tempo de Jesus, tá bom?
JOCA– Tá. Legal.
CLARINHA- Faz de conta que nós estamos lá pertinho de Jesus, vendo tudo que Ele fazia, ouvindo tudo que Ele dizia.
JOCA– Puxa, ficar pertinho de Jesus! Que legal, Clarinha!
CLARINHA– Naquele tempo Jesus estava rezando.
(Entra Jesus, se ajoelha e reza. Atrás dele entram os discípulos e ficam em pé um pouco afastados de Jesus)
CLARINHA– Quando Jesus terminou de rezar um de seus discípulos disse:
DISCÍPULO 1 – Mestre: nos ensine a rezar.
JESUS– Quando vocês rezarem digam assim:
CLARINHA– Agora vamos todos juntos rezar o Pai Nosso, a oração que Jesus nos ensinou:
JESUS – Pai Nosso que estás no Céu, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso Reino, seja feita a Vossa Vontade assim na terra como no Céu, o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal, amém.
(Jesus se senta, e os discípulos também)
JOCA– Agora que eu reparei: tem umas coisas bem legais na oração do Pai Nosso.
CLARINHA– É mesmo, Joca. Jesus diz: “Seja feita a Vossa vontade”.
JOCA– Ou seja: que seja feita a Vontade de Deus e não a nossa.
CLARINHA– Porque só Deus sabe o que é melhor pra gente.
JOCA– É isso mesmo. Olha, Jesus também diz: perdoai as nossas ofensas... assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
CLARINHA- Nós todos esperamos o perdão de Deus para o que fizemos de errado. Mas também devemos perdoar aqueles que nos ofenderam.
JOCA– Perdoar quem nos magoou, assim como Jesus perdoou a todos nós.
CLARINHA– Jesus perdoou até as pessoas que o colocaram na cruz, Joca.
JOCA– É verdade.
CLARINHA– E no final ele diz: não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
JOCA– Porque o mal está sempre aí. Sabem: o mal quer sempre a gente no caminho do mal.
CLARINHA– E o caminho do mal não é o caminho de Deus.
JOCA– Pessoal: o caminho de Deus é o caminho do...
CLARINHA– Bem!
JOCA– De novo: o caminho de Deus é o caminho do....
CLARINHA– Bem!
JOCA– Quem está no caminho do bem aí, levanta a mão bem alto!
CLARINHA– Eu!
JOCA– Muito bem! É assim que eu gosto.
CLARINHA– E é assim que Jesus gosta de ver e que Deus fica feliz. Agora vamos terminar a história. Jesus ensinou seus discípulos a rezar. E depois disse:
JESUS– Quem pede, recebe. Quem procura, encontra. Quanto mais vocês pedirem mais o Pai do céu dará o Espírito Santo.
(Música. Os discípulos entregam as crianças a oração do Pai Nosso.)
CLARINHA– Então hoje nós aprendemos que é importante rezar sempre.
JOCA– Quando a gente reza a gente está conversando com Deus.
CLARINHA– É isso mesmo, Joca. E Deus nos ouve sempre.
JOCA– Todas as vezes!
CLARINHA– Por isso é importante rezar.
JOCA– Conversar com Deus.
CLARINHA– Ele sempre quer ouvir o que nós temos a dizer.
JOCA– Sempre!
CLARINHA– Então vamos rezar todos os dias pela manhã e antes de dormir, tá?
JOCA– E não se esqueçam que Deus está com a gente o dia inteiro. Então dá pra conversar com Ele sempre.
CLARINHA– Tchau pra vocês!
JOCA– Tchau!

F i m

sexta-feira, 19 de julho de 2013

16º DOMINGO DO TEMPO COMUM – DOMINGO 21/07.13

TEMA: AS DUAS IRMÃS (Marta – Maria): Lc 10,38-42

Acolhida – Olá queridas crianças!  Sejam todos muito bem-vindos .
Animação: Sinal da Cruz cantando e outros cantos de animação.

Dinâmica para o Evangelho: (dramatização)
Tenho aqui a Maria que é uma menina que nunca recebeu uma visita. E ela hoje vai receber o padre.

Vamos ver como ela se comporta para receber o padre? (Som de batidas na Porta)

Maria _ Que saco é esse de ficar batendo na minha porta. Tem ninguém aqui não. Pode ir embora. Oh amolação danada gente.

Comentarista – Que isso Maria, isso são modos de receber o padre? Assim ele nem entra e vai embora.

Vocês acharam educada a forma que ela atendeu a visita, crianças?

Vamos dar a ela uma nova chance?

Olha, Maria devemos tratar as pessoas com carinho, hoje é tão difícil sairmos de nossas casas e irmos ao encontro do outro, por isso devemos valorizar a presença das pessoas em nossa vida, em nossa casa. Pense bem em como vai tratar a próxima visita, está bem?

(bate na porta)

_ Vou atender, deve ser uma visita. Que bom. Olá padre, seja bem vindo em minha casa. Vamos nos assentar, eu estava com tantas saudades do senhor. Que bom que o senhor veio, estou feliz com sua presença aqui. Que novidades o senhor trouxe?

E agora, crianças? O que vocês têm a me dizer? Qual das acolhidas foi a melhor? A 1º ou a 2º? Por quê?

Ah! Então é porque a Maria deu mais atenção à visita, ela soube acolhê-la, quis ouvi-la?

Sabem por que eu estou contando essas coisas pra vocês!? É que Jesus foi visitar duas amigas dele, uma chamava Marta e a outra Maria e aconteceu algo semelhante à encenação aqui: a Marta estava preocupada em olhar se a casa estava limpa, se tinha café, se estava tudo em ordem e, com isso, não prestou atenção ao que Jesus dizia. Mas, Maria, essa não, foi esperta e sentou-se aos pés de Jesus ouvindo tudo que ele tinha a lhe ensinar, ficou pertinho do mestre.

Quem foi a mais esperta? Quem acolheu melhor ao Jesus?

Então é isso, crianças, temos que ter tempo de ouvir Jesus, de escutar, ler e prestar atenção nas coisas que Ele nos ensina. Temos que seguir mais o exemplo de Maria do que de Marta. Por isso, estamos aqui, como Maria para acolhermos bem ao nosso Jesus. Em pé, com alegria, vamos cantar para ele.


EVANGELHO: Jesus visita Maria e Marta - Lc 10,38-42

Jesus entrou num povoado, e uma mulher, de nome Marta, o recebeu em sua casa. Ela tinha uma irmã, Maria, a qual se sentou aos pés do Senhor e escutava a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com os muitos afazeres da casa. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha com todo o serviço? Manda, pois, que ela venha me ajudar!” O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas. No entanto, uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”. Palavra da Salvação.







ATIVIDADES:        
a)     Salinha de Brinquedos para os menores.
b)     Pintura de Desenho
c)     Brincadeiras.
Bibliografia: catequisar.com.
Pesquisa: Luzia de F.G. da Silva - Escola Nossa Senhora da Alegria - Apucarana- Paraná.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

15ª Domingo do Tempo Comum (Lc 10,25-37)

Parábola do Bom Samaritano

Amor ao Próximo


1. Recepcionar as crianças com música e uma oração, que pode ser o Pai Nosso.

2. História (se possível, exibir as imagens no projetor).

Crianças, todos os dias vocês ouvem falar de Jesus, não é verdade? Quem foi Ele? (deixar as crianças responderem).
Sim... Ele é tudo isso, e também um ótimo contador de histórias, sabiam? A história que contarei agora, foi Ele quem contou para os seus amigos, muitos e muitos anos atrás, quando eles perguntaram o que é AMAR O PRÓXIMO.

É mais ou menos assim... Havia um homem caminhando por uma estrada bem vazia, cheia de poeira... Ele estava completamente sozinho... Conseguiram imaginar? 




Inesperamente, apareceram dois ladrões! E eles eram muito maus!



Eles chegaram até o homenzinho e disseram que queriam todas as coisas dele.


E então levaram tudo o que tinha e, ainda por cima, bateram no homenzinho.


E o homenzinho ficou lá... Triste, caído, machucado e sozinho...



Por sorte, estava vindo pela estrada um homem muito importante da cidade. Ele era inteligente e mandava em tudo por ali.


O homenzinho ficou cheio de esperança, mas o poderoso simplesmente passou reto e nem ligou pra ele.


Minutos depois, passou outro homem. Era o mais rico da cidade.


O homenzinho pensou: é um milagre! Nunca passa ninguém nessa estrada, e lá vem mais uma pessoa! Tomara que ele me ajude.


Mas, o homem rico também não ficou com pena do homenzinho, achou que o homenzinho fosse um preguiçoso safado pedindo dinheiro na estrada, e continuou seu caminho, passando pelo outro lado,  sem ajudá-lo.


Nesse momento, o homenzinho pensou que ia ficar abandonado ali pra sempre. Então ficou rezando. Foi quando apareceu um terceiro homem, em cima de seu cavalo. O pessoal o chamava de Samaritano, porque ele vinha de uma cidade muito distante, chamada Samaria. 


Foi quando o Samaritano sentiu compaixão em seu coração. Vocês sabem o que é compaixão? É amor. Então ele se aproximou do homenzinho e e fez curativos. 



Depois colocou o homem em seu próprio animal e levou-o a uma casa, onde cuidou dele.



No dia seguinte, o Samaritano pegou duas moedas de prata e entregou-as ao dono de uma pensão, que é um hotel pequenininho, e pediu a ele que cuidasse do homenzinho até ele voltar.



Gostaram da história? Os amigos de Jesus também. E quando terminou Jesus perguntou qual dos três homens teve amor ao próximo. Qual vocês acham que foi? (tempo para resposta). Isso mesmo, o Samaritano. Então Jesus lhes disse: “Vai e faze a mesma coisa”.


3. Músicas (formar um círculo)

Vamos fazer a mesma coisa que o Bom Samaritano e vamos dar um abraço coletivo gigante?

Vamos cantar e fazer gestos?

Que o Senhor te abençoe e te proteja
E te mostre a sua face gloriosa
Te conceda a alegria que o Cristo traz
E derrame ao mundo inteiro a sua paz!

A paz de Cristo, então, contigo, esteja, irmão
Da esquerda ou da direita, da frente ou de trás
Te estendo a minha mão
N na paz do meu Senhor
Me dá um abraço forte, por amor!

4. Pintura

sexta-feira, 5 de julho de 2013

14º Domingo do tempo comum Lc 10, 1-12 17-20

Acolhida: Acolher ás crianças  cantando desejando a paz

Animação: músicas a escolha do grupo.

Oração: Fazer um momento de louvor e encerrar com a Oração Pai Nosso e Ave Maria com gestos.

Juntos Somos mais fortes
Técnica:  Fantoches de Varetas ou personagens feitos em papelão e recobertos com papel colorido.
Personagens: Peixe Glub-Glub – Catapimba – Catatola – peixinhos 4 e 5
Tudo aconteceu no mar da vida... No grande e imenso mar do mundo...
Glub-glub: - Oh! Que beleza! Que marzão tão lindo! Tão azul! Tão limpo! Fiz um bom trabalho...Excelente!
Agora, que está tudo pronto, é hora de deixar que os outros peixinhos venham e tomem conta de tudo isso!
É... Agora vou descansar... Afinal de contas foi um bom trabalho... (sai peixão)
Entra um peixe de cada vez, olha para um lado e para o outro e joga no mar um lixinho... Até que o
mar fica todo sujo)
(E chegam dois peixinhos, são os bonzinhos, aterrorizados com a sujeira)
1 - Oh! Que sujeira! Snif! Glub... Glub!
2 - Veja Catatola! O mar que era tão limpo... Tão lindo... Está todo sujo! Veja! Pará, Catatola! Pare
de chorar seu choramingão! Chorar não resolve nada, ainda mais nesse mar cheio de água... Vai é
molhar mais...
Snif! Sabe o quê é, Catapimba, é que eu fico muito triste. É que o mar foi feito para gente viver
feliz... E como é que chegou a esse ponto? Tanta sujeira? Tanto lixo!
2 - Ora Catatola! Pare com essa choradeira... E vamos tentar achar uma solução para esse
problema...
(Andam de um lado para o outro)
1 - Já sei! Já que o problema é sujeira... É só fazer uma faxina! Vamos!
2 - Você tá louco?! O mar é tão grande! Nós somos apenas dois!
1 – Mas se não fizermos nada vai ser impossível viver nesse mar desse jeito! Então mãos a obra!
Coragem amiguinho!
(Musiquinha – eles vão limpando na frente e outros peixinhos vão jogando lixo atrás.)
–
Eu vou... Eu vou... Limpar o mar agora eu vou!
Eu vou... Eu vou... Deixar tudo limpinho, agora eu vou, pararatibum! Deixar tudo limpinho...
1-2 (Alegres): Missão cumprida! Ah! Oh! Uh! (Levam um susto ao verem o anjo que retornou)
2 – (Assutado) – OH, Catatola! Nós nunca daremos conta... Nosso mar está infestado de peixinhos
egoístas...
Que não ligam... O lixo do egoísmo está aqui... O resto da violência... O sujo da ambição...
1 – (Decepcionado) É mesmo Catapimba... E o pior é que nós sozinhos não vamos conseguir limpar
esse mar...
2 – (Firme) É! Mas é preciso se lembrar do quê o Mestre Peixão deixou escrito... É! A sua palavra!
Que a gente mantivesse o mar sempre limpinho...
1 – (Animado) É mesmo Catapimba! A gente tem que lembrar que tem muito peixinho debaixo
desse lixo... Lá embaixo ó...
2 – Então Catatola, é preciso buscar outros peixinhos para nos ajudar nessa missão... Chamá-los!
1 – Isso mesmo Catapimba! Vamos lá!
(Descem – sobem todos os outros peixinhos, nadando)
(Os dois sobem e já falam com o pessoal)
(Cantar sem voz, a música do peixe-vivo)
1 – Ô amiguinhos! Vocês viram só como o mar está sujo?
3 – (Malandro) Qual é! Tem sujeira não! Peixinho é cego! (3 vezes)
4 – (Malandro) É mesmo... Sujeira é relativo... Se você quer ver você vê... E se não quer, não vê e
pronto! Fecha os olhos, socô!
2 – Mas que coisa mais feia... Vocês vivendo no meio dessa sujeira sem fazer nada!
1 – (Autoridade) Não percebem quantos de nossos irmãos peixinhos estão sofrendo com tudo isso...
2 – Nós temos é que nos unir e seguir o exemplo do Mestre Peixão! Ele que fez o mar tão limpo e
tão bonito.
Como é que é? Vocês vão ajudar a limpar ou não?
3 – Ah... não sei... Pode ser no dia de São Nunca?
4 – Quem sabe antes de depois de amanhã?
5 – Pode se depois da Copa? De 2.500 é claro!
1 – (Com raiva) Vamos Catapimba... vamos nós dois mesmo... A missão é grande, o trabalho é
muito... E nós precisamos lutar!
(Saem limpando e deixam os outros nadando pensativos que formam um bolinho pensante: - Glub...
Glub... Glub...)
4 – (Levanta a cabeça no grupinho e fala) É! É preciso ajudar!
5 – Afinal de contas nós também sujamos o nosso mar!
4,5 – Então vamos lá! Ei Catapimba! Ei Catatola! A messe é grande, o trabalho é grande... E vocês
disseram que os operários são poucos... Pois então, nós seremos o seu reforço... Queremos lutar ao
lado de vocês...
Salvar os nossos irmãos peixinhos e deixar o mar limpinho como o mestre Peixão ensinou!
1-2 (Animados) Agora sim! O serviço vai render e todos juntos, unidos, deixaremos o mar limpo
como ele sempre deveria ter ficado.
Musiquinha: Nós vamos... Nós vamos... Limpar o mar. Nós vamos... Pararatibum (2x)
Limpar o mar, nós vamos!

Autoras: Solange do Nascimento
                Gissela Oarreiera Batista


quinta-feira, 27 de junho de 2013

SÃO PEDRO E SÃO PAULO


Acolhida: acolher as crianças  desejando a paz
Animação: cantar músicas a escolha do grupo.
Oração: fazer um momento de oração de louvor , podendo encerrar este momento com a oração  do Pai Nosso e Ave Maria.

Hoje a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados "os cabeças dos apóstolos" por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.

Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar , foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.
Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada "aos pés de Gamaliel", um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.

Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Tornou-se um grande missionário . De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação.



  Historia- Viagem de Paulo a Listra

Você se se lembra como se sentiu no primeiro dia na escola? Você se sentiu um estranho
indo a um novo lugar? Você conhecia muitas ou poucas pessoas? Como você acha que Paulo
ou Barnabé devem ter se sentido indo a uma cidade estranha onde não conheciam ninguém?
Paulo e Barnabé pararam para descansar de sua longa caminhada. Eles olharam para
a cidade diante deles: Listra. Paulo falou a Barnabé: “Muitas pessoas de Listra não conhecem
nada sobre o Deus verdadeiro”.
Barnabé disse: “Essa será uma oportunidade para que eles conheçam!”
Então eles oraram: “Senhor, mostra-nos como levar as boas novas do evangelho aos
moradores da cidade de Listra. Amém”.
Eles entraram na cidade e começaram a falar ao povo: “Olhem para todas as coisas
belas em volta de vocês, flores e montanhas. Tudo isso exite porque o Deus do Céu as criou
com o Seu poder”.
Cada dia naquela cidade eles iam aos poucos falando sobre o amor de Jesus aos seus
moradores. Entre as pessoas que estavam ouvindo, havia um homem que nunca tinha
andado. Paulo orou silenciosamente: “Senhor, ele crê no Teu poder e Tu podes curá-lo”.
Então Paulo disse ao paralítico: “Levanta-te e anda!”
O homem se levantou, deu um pulo e começou a andar. Ele estava muito feliz!
O povo que estava ali ficou maravilhado, dizendo: “Inacreditável! Como pode se isso?
Os deuses desceram até nós!” Afinal ele nunca tinham visto algo parecido acontecer.
Em Listra, os moradores acreditavam que seus deuses vinham algumas vezes ajudálos.
Depois de verem a cura do paralítico, eles pensaram que Paulo e Barnabé eram dois
desses deuses.
O povo estava feliz e diziam que Barnabé era o deus Júpiter e Paulo o deus Mercúrio e
que agora eles estavam ali na sua cidade.
As pessoas se ajoelharam e decidiram fazer sacrifícios e prestar culto a eles.
Paulo e Barnabé se colocaram no meio do povo e disseram: “Não! Não! Vocês não
estão entendendo! Nós somos pessoas comuns como vocês, não somos deuses.
Viemos aqui falar sobre o verdadeiro Deus vivo!”
Mas as pessoas não acreditaram e estavam determinadas a adorá-los. Afinal depois
da cura que viram eles tinham certeza de que eles eram deuses.
Para piorar, alguns judeus que não gostavam dos cristãos e queriam atrapalhar o
trabalho de Paulo disseram aos moradores de Listra que Paulo e Barnabé os estavam
desprezando.
Então os moradores ficaram com raiva e decidiram atacar os apóstolos e os matar.
Eles pegaram pedras e começaram a correr atrás deles jogando as pedras. Paulo caiu
muito machucado. As pessoas, pensando que ele estava morto, o arrastaram para fora da
cidade e o deixaram lá.
Mais tarde, os poucos moradores de Listra que eram cristãos, foram ver como Paulo
estava, e então o socorreram, o levaram até a casa de um deles e cuidaram de suas feridas.
Paulo sofreu muito, mas Deus preservou sua vida.
Paulo e Barnabé deixaram Listra e foram até Derbe, uma pequena cidade depois de
Listra, mas prometeram voltar lá e ajudar os cristãos que ali viviam.
Nem sempre é fácil ser um cristão. Talvez não levemos pedradas como Paulo levou,
mas enfrentaremos dificuldades, mas não devemos desanimar, pois estar junto de Jesus é estar no caminho da vitória.